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domingo, 22 de maio de 2016

Autobiografia de Luiz Domingues na Música - Aviso Sobre as Novas Etapas a Seguir - Por Luiz Domingues


Encerrado o texto bruto da minha autobiografia na música, entro agora em uma nova fase, a tratar neste instante a apresentar adendos ao material redigido. Farei inicialmente um apanhado geral sobre a minha infância e adolescência, ao abordar, ano a ano, desde o meu nascimento (1960 a 1975, portanto, e a considerar o período de 1976 em diante, como inserido na autobiografia em si, mas fica em aberta a possibilidade para que crônicas específicas a tratar de fatos correlatos e análise cultural de época, sobre os anos posteriores, também sejam criadas e publicadas), e a mostrar como a música e o impacto da cultura em geral, envolveu-me aos poucos, e o Rock em específico, ao fisgar-me ao final da infância e início da adolescência.

Na etapa posterior, irei disponibilizar material a conter fotos; vídeos; áudio; vídeoclips; material de portfólio; documentos e fotos de peças de memorabilia, a abranger os 40 anos iniciais de atividades em todas as bandas por onde passei e muito material será inédito e não publicado anteriormente como ilustração dos capítulos da autobiografia. Além da ampla cobertura visual, acrescentarei comentários elucidativos para cada peça, a elucidar cada uma, sobre o contexto em que apresentaram-se; a importância que tiveram; histórias curiosas se for o caso, e análise de época, toda vez que fizer-se oportuno.

Em uma terceira fase desses complementos autobiográficos, postarei histórias não contadas no texto oficial, como adendos em forma de crônicas, onde não seguirei uma ordem cronológica, mas terá uma organização certamente, a demarcar claramente o ponto da história em que estou a recordar. 

E por fim, quarta etapa, a atualização da autobiografia, a cobrir todos os acontecimentos da minha carreira, no pós abril de 2016, ponto onde encerrei o texto bruto, mas a vida e a carreira prosseguiram a colecionar novas histórias para contar. Tais atualizações serão periódicas, contudo, a observar bom hiato de tempo, para garantir a isenção de uma visão oportuna, adquirida pelo distanciamento do tempo. Então, após esses textos em adendo sobre a continuação da história no pós abril de 2016, virão, materiais referentes sobre tal período, a criar uma rotina, doravante. Como um balanço atualizado, todo anos publicarei texto novo e material pertinente a tal produção. E claro, o espaço sempre ficará aberto para crônicas em adendo, e material de trabalhos antigos que forem resgatados, a fazer deste Blog, um Museu em constante vigilância para armazenar tesouros antigos, recém descobertos.
A tocar com os Kurandeiros, em 15 de maio de 2016. Foto de Lincoln Baraccat

Esteja convidado a continuar a acompanhar, amigo leitor !

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Final Parcial da Minha Autobiografia na Música - Período abril / 1976 - abril / 2016 - Por Luiz Domingues

Na bandinha infantil do Grupo Escolar da Vila Olímpia, sou o terceiro, da direita para a esquerda, na parte mais alta. Teatro Paulo Eiró, no bairro do Alto da Boa Vista, zona sul de São Paulo. Dezembro de 1968, e foi a minha primeira experiência sobre um palco, mas nem sonhava em ser artista nessa época, foi apenas uma coincidência... quiçá, algo premonitório...

Bem, está encerrada aqui, a reprodução total do texto geral, que compõe o conteúdo do meu livro autobiográfico : "Quarenta Anos de Rock", mas em breve, novos capítulos surgirão em adendo para manter a atualização da minha autobiografia. E tais novos capítulos, a enfocar as minhas atividades musicais ocorridas de abril de 2016, em diante, provavelmente farão parte de um segundo volume em livro impresso, só não decidi ainda se a manter o mesmo título e acrescentar o subtítulo de "Volume 2" ou "Volume II", ou mesmo se criarei um título inteiramente diferente. Que o futuro diga-nos o que será...

Manterei doravante, uma distância considerável, para não perder o poder em escrever com uma visão macro dos fatos, que só o afastamento temporal pode oferecer-me, naturalmente. Portanto, está encerrado o texto geral da minha autobiografia na música, a cobrir as minhas atividades musicais oficiais desde abril de 1976, até abril de 2016.

Luiz Domingues em 1976, ao iniciar a sua trajetória musical...

Sobre esses quarenta anos que descrevi neste texto, tenho muito a agradecer a todos que interagiram; incentivaram-me; ajudaram-me; torceram e apreciaram todos os trabalhos em que participei.

O Boca do Céu, minha primeira banda, em foto de 1977, aproximadamente um ano depois de sua fundação

Um super especial agradecimento aos companheiros da jornada, ao estender tal voto de gratidão à todos os membros oficiais das bandas por onde passei, e ainda faço parte na atualidade de 2016;
aos colaboradores diretos e parceiros de composições e letras de músicas; aos companheiros que já partiram para o "lado de lá", ao mencionar apenas os que foram membros oficiais de bandas por onde passei, e até aqui, já partiram deste planeta, sete colegas (até abril de 2016) : Fernando "Mu" (Guitarra / Voz - Terra no Asfalto); Geraldo "Gereba" (Guitarra - Terra no Asfalto); Paulo Eugênio Lima (Vocalista / Percussão - Terra no Asfalto); Theo Godinho (Guitarra - A Chave / The Key); Lizoel Costa (Guitarra / Violão / Voz - Língua de Trapo); Percy Weiss (Vocalista - A Chave do Sol), e Fran Alves (Vocalista - A Chave do Sol)

Um dos poucos materiais que tenho do Terra no Asfalto, uma filipeta de um show de 1981... 

Aos músicos com que toquei em ocasiões sazonais;

Capa do compacto 'Sem Indiretas" do Língua de Trapo, lançado em 1984

Aos técnicos de som (shows ao vivo e de estúdios de gravação); técnicos de iluminação; cenotécnicos; produtores; empresários; assessores de imprensa; roadies; produtores fonográficos;

Capa do primeiro disco d'A Chave do Sol, um compacto simples lançado em 1984

                Capa do EP da Chave do Sol lançado em 1985

 
    Capa do LP The Key, da A Chave do Sol, lançado em 1987  

Capa do LP "A New Revolution", d'A Chave / The Key, lançado em 1990
 
Aos jornalistas; radialistas; fanzineiros; agitadores culturais; produtores e apresentadores de TV; filmakers; produtores de vídeo-clips; equipes de filmagem de audiovisuais; blogueiros e agitadores culturais virtuais; 

Capa do LP coletânea "A Vez do Brasil", onde o Pitbulls on Crack tem duas faixas, lançado em 1993

Capa do CD Lift Off, do Pitbulls on Crack, lançado em 1996
 
Aos desenhistas; diagramadores; artefinalistas de capas & encartes de discos; cartazes, flyers (filipetas !); cartazes de Lambe-lambe;
aos motoristas de vans; caminhões e ônibus / micro ônibus; táxis (além das incontáveis caronas em carros particulares de amigos abnegados); maquinistas de trens; pilotos & tripulação de aviões, barcas e lanchas que levaram-me nesses anos todos em viagens para shows e atividades em geral; carriers e divulgadores de shows;

Capa do CD Chronophagia, da Patrulha do Espaço, lançado em 2000

Capa do CD Dossiê Volume 4, da Patrulha do Espaço, lançado em 2001

Capa do CD ".ComPacto", da Patrulha do Espaço, lançado em 2003

Capa do CD "Missão na Área 13", da Patrulha do Espaço, lançado em 2004 

Capa do CD "Capturados ao Vivo no CCSP 2004, lançado em 2007

Aos amigos que fiz nesses quarenta anos iniciais de minha carreira; aos amigos das bandas em específico; aos amigos dos amigos e agregados dos companheiros das bandas; aos familiares e parentes dos colegas que tanto torceram pelo sucesso de cada banda; às namoradas que tive nesses anos todos (incluso a mademoiselle que ainda vou ter), e que torceram também;

Capa do CD do primeiro álbum do Pedra, lançado em 2006

       Capa do CD "Pedra II", do Pedra, lançado em 2008

                Capa do CD "Fuzuê, do Pedra, lançado em 2015

Aos meus amigos pessoais, que tanto ajudaram / ajudam; aos meus parentes que tanto torceram / torcem, incluso os muitos que já partiram para o "lado de lá", mas que tenho certeza, continuam a torcer;

E minha família :

Papai Milton, que foi morar no céu, em 2006, e que não ficou nada feliz por volta de 1979, quando pressionou-me a largar mão do meu sonho, mas imbuído dos mais nobres propósitos paternos, preocupado com o meu futuro, eu sei. Muito orgulho-me em ter a noção de que nos seus últimos anos, aceitou enfim a minha decisão em ser músico, e mesmo não sendo de seu agrado pessoal, ouvia meus discos com um sentimento de orgulho...

Ana Cristina, irmã, que quando nasceu em 1975, não sabia, mas eu já estava na determinação em empreender esse mergulho radical na minha vida, e cresceu acostumada com um irmão cabeludo e bem mais velho, a carregar instrumentos para lá e para cá;

E mamãe, Maria Luiza, que é a minha maior torcedora; apoiadora, e pilar, sem dúvida nenhuma.

Por fim, claro que preciso agradecer e muito aos fãs de todos os trabalhos que realizei. Vocês não imaginam o quanto alegram-me com suas demonstrações de carinho nas redes sociais da internet e muitas vezes, pessoalmente, quando abordam-me e elogiam os trabalhos, relembram com carinho suas impressões pessoais sobre eles, e pedem para que reuniões de bandas das quais não sou mais componente, ocorram, sob uma prova inequívoca de que tais trabalhos marcaram época e repercutem, anos e até décadas depois de encerrados. Isso é uma vitória e tanto para eu e para os companheiros de cada jornada.



Bem, a boa nova é que estou vivo em 2016, e espero escrever muitos adendos ainda nesta autobiografia, portanto, conto com o apoio de todos vocês, indo assistir ao vivo e a assistir os vídeos / ouvir os discos dos Kurandeiros e Ciro Pessoa & Nudes, assim como eventualmente de outros trabalhos que eu venha a fazer no futuro. 

Antes de encerrar, preciso agradecer a um grupo de pessoas em específico : trata-se dos incentivadores mais diretos para que eu escrevesse a minha autobiografia. Em primeiro lugar, Luiz Albano Francisco, que no já longínquo ano de 2006, abriu uma comunidade na extinta Rede Social Orkut, chamada : "Luiz Domingues".
Somente em 2010, eu comecei a interagir na internet, e em junho de 2011, graças a tal gentileza de sua parte, deixou que eu interagisse em tal plataforma, da citada comunidade que ele criou, e assim, comecei a escrever esta autobiografia, a utilizar tópicos exclusivos para cada banda por onde passei. Ali foi o meu primeiro rascunho. Sobre os tópicos, agradeço ao Marinho Rocker, meu amigo de Lavras / MG, que conheço desde 1989, e que teve a gentileza em abrir os tópicos para eu poder começar a escrever, além de interagir muito, ao formular perguntas e estabelecer observações pertinentes. Logo que comecei a escrever, em 2011, amigos como Milton Medusa; Aless Scaranto; Marcos Romano; Ricardo Aszmann; Will Dissidente; Glauco Teixeira, e meu primo, Marco Turci, interagiram bastante com observações; perguntas e adendos que muito ajudaram-me a lembrar melhor dos fatos para poder escrever a minha narrativa. E uma menção honrosa ao Dr. Nelson Maia Netto, que ainda nos anos noventa, já falava-me que eu deveria escrever minhas memórias... está aqui, amigo, mais de um milhão de palavras escritas e a história ainda terá adendos ! Agradeço-os, portanto, por todo o apoio que ofertaram-me !

E claro, meu muito obrigado aos leitores desta autobiografia, que também muito incentivaram-me a colocar as mãos no teclado do computador, e igualmente a forçar a memória, para dessa forma funcionar sob tal determinação em narrar a minha trajetória na música, entre 1976 e 2016.

Luiz Domingues em janeiro de 2016, ao vivo com Os Kurandeiros

Encerro aqui a minha autobiografia geral na música, no período de abril de 1976, a abril de 2016.

Doravante, aguarde por adendos...

Muito obrigado por ler, amigo leitor !


Até logo !