Foi quando um colega de minha banda, cujo nome não revelarei, soltou a frase: -“se eu passar mal, fiquem avisados para não levarem-me para esse hospital”...
Sei que foi um outro tempo, movido a preconceitos enraizados, mas a afirmativa do amigo, foi tratada apenas como uma pilhéria entre nós.Neste meu Blog 3, dedico todo o espaço para cuidar da minha carreira musical. Além de publicar os textos na íntegra, dos meus livros autobiográficos, apresento também material em geral de todas as bandas pelas quais atuei e atuo, sob permanente construção.
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quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Crônicas da Autobiografia - A Gaiola dos Doutores Alegres - Por Luiz Domingues
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
Crônicas da Autobiografia - O Hippie do Caderninho - Por Luiz Domingues
Então foi isso, do jeito que apareceu em nossas vidas, esse profeta do caderninho, sumiu. Já em meados de 1978, esse freak desapareceu dos shows e nunca mais soubemos de seu paradeiro.
Espero que esteja vivo, bem de saúde e hoje em dia, se manteve o mesmo espírito que teve na década de setenta, ele deve estar enlouquecido com a possibilidade infinita da informação e pesquisa que a Internet proporciona e certamente a contribuir para postar mais informações preciosas para enriquecer o acervo e exercer, em essência, uma das marcas registradas por todos que encantaram-se pelos ideais, que foi o desejo de se compartilhar tudo fraternalmente e sem mesquinharias. Hippie mode on!quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Crônicas da Autobiografia - Fila para Comprar o Sgtº Peppers e Eclipse - Por Luiz Domingues
Aconteceu em 1967, no tempo em que eu nem sonhava em querer tocar, mas o Rock já estava a fisgar-me, sutilmente...
E não foi apenas do mais novo álbum dos Beatles que fez com que os fãs enfrentassem uma fila na porta das lojas, em 1967, mas simplesmente, uma obra-prima, que tornou-se um marco do século XX, sem exagero algum...
E foi assim então, em um dia atípico, com
escuridão ao meio dia, que o rádio anunciou eclipse e filas formadas por
ansiosos fãs dos Beatles na porta de lojas paulistanas de discos.
Ao
pensar
agora como adulto, eu gostaria de haver tido alguns anos a mais em 1967 e
não apenas sete anos de idade nessa ocasião, para poder ter
aproveitado a década de sessenta com maior intensidade, sem dúvida, mas
não
posso reclamar, pois mesmo criança e sem acesso total ao que ocorria no
mundo e sobretudo
pela falta de um poder de assimilação mais maduro, ainda assim, sinto-me
privilegiado por ter vivido aquela década e possuir tais lembranças
comigo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Crônicas da Autobiografia - O Golpe da Falsa Limpeza - Por Luiz Domingues
Pois bem, fizemos o show no sábado e na segunda-feira posterior, quando o sujeito veio cobrar-nos, ele foi conduzido por um membro da nossa banda a uma inspeção nos banheiros e ao mostrar-lhe as baratas mortas na mesma posição em que ele as vira na sexta-feira, o embusteiro percebeu que a nossa recusa para pagá-lo, não oferecer-lhe-ia a chance de nenhuma contra-argumentação em contrário.
Ainda bem que nenhum usuário do recinto, oriundo do público, teve a ideia de “chutar” os corpos inertes dos blatídeos, a destruir assim a nossa prova cabal contra o nosso golpista “barato”...































