Neste meu Blog 3, dedico todo o espaço para cuidar da minha carreira musical. Além de publicar os textos na íntegra, dos meus livros autobiográficos, apresento também material em geral de todas as bandas pelas quais atuei e atuo, sob permanente construção.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Luiz Domingues - Fotos com Álbuns da Discografia 1976/2018 - Compacto Simples "Luz"/"18 Horas" - A Chave do Sol - 1984
Fotos com álbuns da discografia 1976/2018
A Chave do Sol
Compacto Simples
Gravado e lançado em 1984
Gravadora Baratos Afins
Músicas: "Luz" e "18 Horas"
Rubens Gióia: Guitarra e Voz
José Luiz Dinola: Bateria e Backing Vocal
Luiz Domingues: Baixo e Backing Vocal
Gravado no estúdio Mosh de São Paulo
Técnico de Gravação e Mixagem: Robson T.S.
Corte: Oswaldo Martins (RCA Victor)
Capa ilustração e lay-out: Elizabeth Dinola
Fotos: Fábio Rubinato e Seiji Ogawa
Produção musical: A Chave do Sol
Produtor fonográfico: Luiz Carlos Calanca
Participações especiais:
Soraya Orenga: Backing Vocals
Rosana Gióia: Backing Vocals
Eu (Luiz Domingues), a empunhar a capa do compacto simples d'A Chave do Sol, lançado em 1984, pela gravadora Baratos Afins
Eu (Luiz Domingues), a exibir a contracapa do compacto simples d'A Chave do Sol, lançado em em 1984, pela gravadora Baratos Afins
Eu (Luiz Domingues), com o vinil do compacto simples lançado pela A Chave do Sol, em 1984, pela gravadora Baratos Afins
Eu (Luiz Domingues), com a capa da versão em CD do compacto simples lançado pela A Chave do Sol, em 1984, sendo que esta nova plataforma foi lançada em 2003, pela gravadora Baratos Afins
Eu (Luiz Domingues), com a contracapa da versão em CD do compacto simples lançado pela A Chave do Sol, em 1984, sendo que esta nova plataforma foi lançada em 2003, pela gravadora Baratos Afins
Eu (Luiz Domingues), com o CD do compacto simples lançado pela A Chave do Sol, em 1984, sendo que esta nova plataforma foi lançada em 2003, pela gravadora Baratos Afins
Eu (Luiz Domingues), a empunhar a capa do compacto simples d'A Chave do Sol, lançado em 1984, pela gravadora Baratos Afins, e a usar a camiseta lançada no mesmo ano, e tal peça que preservei sem desgaste, desde então, para efeito de memorabilia
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Luiz Domingues - Fotos com Álbuns da Discografia 1976/2018 - Compacto Sem Indiretas - Língua de Trapo - 1984
Fotos com Álbuns da Discografia 1976/2018
Compacto Simples "Sem Indiretas"
Língua de Trapo
Gravado ao Vivo no Teatro Lira Paulistano - março de 1984
Lançado em 1984
Gravadora: Lira Paulistana
Músicas: "Amor a Vista" e "Deve Ser Bom"
Laert Sarrumor: Voz
Pituco Freitas: Voz
Sergio Gama: Guitarra e Voz
Lizoel Costa: Guitarra e Voz
João Lucas: Teclados e Voz
Nahame Casseb: Bateria
Luiz Domingues: Baixo
Eu (Luiz Domingues) e a capa do compacto simples, "Sem Indiretas", do Língua de Trapo, do qual faço parte e lançado em 1984
Desta vez, eu (Luiz Domingues) seguro a contracapa do compacto simples, "Sem Indiretas", do Língua de Trapo, do qual gravei e lancei em 1984
E aqui, eu (Luiz Domingues), mostro o vinil do compacto simples, "Sem Indiretas", do Língua de Trapo, do qual faço parte, e que foi lançado em 1984
Agora, a foto mostra-me (Luiz Domingues) a exibir a capa do compacto simples, "Sem Indiretas", do Língua de Trapo, do qual faço parte, e lançado em 1984, mas na versão em CD, lançado em 2005
Eu (Luiz Domingues), com a contracapa da versão em CD do compacto simples, "Sem Indiretas", do Língua de Trapo, do qual faço parte, e lançado em 1984, mas com tal versão em tal plataforma, lançada em 2005
Desta feita, eu (Luiz Domingues), exibo o CD do compacto simples, "Sem Indiretas", do Língua de Trapo, do qual faço parte e lançado em 1984, tendo essa versão sido lançada em 2005
Eu (Luiz Domingues), a mostrar a caixa comemorativa pelos 25 anos de carreira do Língua de Trapo, a conter todos os discos lançados, incluso o compacto simples, "Sem Indiretas" e do qual faço parte, lançado em 1984. Essa caixa foi lançada em 2005, contudo, na verdade comemorou os 26 anos de existência da banda na ocasião, a contar de 1979, a data correta de sua fundação.
Eu (Luiz Domingues), a mostrar outro aspecto da caixa comemorativa pelos 25 anos de carreira do Língua de Trapo, a conter todos os discos lançados, incluso o compacto simples, "Sem Indiretas" e do qual faço parte, lançado em 1984. Essa caixa foi lançada em 2005, e na verdade comemorou os 26 anos de existência da banda na ocasião, a contar de 1979, a data correta de sua fundação.
domingo, 2 de dezembro de 2018
Luiz Domingues - Fotos com Álbuns da Discografia 1976/2018 - LP Canto Livre/Leandro - 1980
Luiz Domingues - Fotos com álbuns da discografia 1976/2018
LP Canto Livre
Artista: Leandro
Participação na Faixa: "A Vingança do Hipocondríaco"
Estúdio Gravodisc - São Paulo-SP
Gravado e lançado em 1980
Gravadora: Independente
Com a contracapa do LP "Canto Livre", do cantor e compositor, Leandro. Participação em uma faixa desse disco, a gravar o baixo da canção: "A Vingança do Hipocondríaco". A minha foto a registrar a minha participação nesse álbum, é a primeira, da esquerda para a direita, na quarta coluna, de cima para baixo (ou segunda, de baixo para cima), e a minha foto foi impressa invertida, ou seja, estou retratado como se fosse um músico canhoto. Click (selfie) e acervo: Luiz Domingues
Eu (Luiz Domingues), com o vinil correspondente ao LP "Canto Livre", do cantor de MPB, Leandro. A faixa em que participei, foi a última do lado B, desse álbum: "A Vingança do Hipocondríaco". Click (selfie) e acervo: Luiz Domingues
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Crônicas da Autobiografia - Excesso de Etiqueta - Por Luiz Domingues
Aconteceu nos últimos momentos d'A Chave do Sol, ao final de 1987...
Nos
últimos meses de vida d'A Chave do Sol, infelizmente o clima interno da
banda não foi nada bom e assim, revelou-se um tempo marcado pela luta
desesperada pela sobrevivência do nosso grupo, a gerar angústia
generalizada e lastimavelmente, por nutrirmos medo pelo final inevitável
do nosso trabalho.
Sob tal clima caótico, em meio aos esforços frenéticos para evitar o mal maior, eis que uma revista renomada no meio cultural, sinalizou apoio e lá fui eu à sua redação, para entregar-lhe o material de divulgação da banda e realizar a dita, visita social.
E
ali eu fui bem-recebido, certamente, pois tratava-se de uma equipe
formada por pessoas educadas, mas algo muito atípico ocorreu, mesmo com o
clima amistoso instaurado, a denotar uma estranha contradição, digamos
assim.
Pois desde que eu entrei no pequeno escritório, cumprimentei efusivamente a todos e fui muito bem correspondido na gentileza, mas assim que os cumprimentos cessaram e um silêncio generalizado adveio, eis que um membro dessa equipe, pediu-me com delicadeza para que eu afastasse-me um passo da mesa onde ele trabalhava.
Ora, tudo, bem, nem achei que estivesse tão perto, mas obviamente esteve longe de minha intenção ser inconveniente e assim gerar algum incômodo ali, visto que eu sabia muito bem que a visita deveria ser rápida e objetiva, pela lógica implícita de não ser de bom tom atrapalhar o expediente de trabalho.
Dei um passo atrás e logo a seguir, um outro funcionário solicitou que eu não ficasse ali entre as duas mesas, pois haveria por atrapalhar o caminho para os rápidos deslocamentos que os jornalistas ali costumavam empreender.
Claro,
perdão... assim pronunciei-me e rapidamente alojei-me em um outro
canto, mas que inevitavelmente pela arquitetura do pequeno escritório,
obrigara-me a permanecer de costas para uma parede e assim, logo depois,
outro funcionário advertiu-me que não era permitido encostar ali, por
gerar a possibilidade de sujar a pintura.
Ora, justo, nem eu gostaria de manchar a minha roupa. Desloquei-me conforme o solicitado e ao avistar um banco que não estava ocupado por ninguém, rapidamente fiz menção de sentar-me, todavia, eis que veio a gota d'água, quando fui avisado que o banco pertencia a um determinado membro da equipe e mesmo com ele ausente, não era permitido usá-lo.
E o mais bizarro nessa história, foi que todas as solicitações foram concluídas com bom humor e educação, ao denotar a maior normalidade, como se tal comportamento irritante, despendido a uma visita, fosse algo absolutamente normal e eu é que seria o brucutu antissocial ali, ao não entender as regras básicas de civilidade.
E descarto completamente a ideia de que tratou-se de uma coleção de atos premeditados com a intenção deliberada de manter um território hostil, para que eu evadisse-me imediatamente do local, visto que muito pelo contrário, eu estive ali a atender um convite formulado da parte deles mesmos.
Portanto,
a conclusão que tenho sob tal episódio, revela um maneirismo
particular da parte daquelas pessoas, ao construir normas próprias de
convívio em seu ambiente de trabalho e realmente quem não fizesse parte
daquela equipe e conhecesse os seus códigos secretos de conduta interna,
realmente tendia a estranhar. E foi o meu caso e quiçá de outros que
ali passaram pela mesma experiência bizarra.
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Crônicas da Autobiografia - As Aves de Rapina a Rondar uma Praça - Por Luiz Domingues
Aconteceu no tempo d'A Chave do Sol, em 1985...
Eu já havia tocado com minha banda nessa década, “A Chave do Sol”, no evento, “Praça do Rock”, e claro que eu era um entusiasta de sua existência, exatamente por ser uma oportunidade para a divulgação de bandas com pouca chance na mídia grande, a dita “mainstream”.
Foi assim que aconteceu: eu estava em uma lateral do palco, a manter certa distância dele, quando notei a aproximação de homens engravatados, certamente a chamarem a atenção em meio a uma multidão de jovens cabeludos e no uso de trajes a predominar a cor preta em sua profusão e leve-se em conta que a maioria ali detinha visual inspirado nos ditos “Headbangers”, os seguidores das tradições da vertente do Heavy-Metal, algo muito usual na década de oitenta.
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Crônicas da Autobiografia - A Gaiola dos Doutores Alegres - Por Luiz Domingues
Foi quando um colega de minha banda, cujo nome não revelarei, soltou a frase: -“se eu passar mal, fiquem avisados para não levarem-me para esse hospital”...
Sei que foi um outro tempo, movido a preconceitos enraizados, mas a afirmativa do amigo, foi tratada apenas como uma pilhéria entre nós.quinta-feira, 1 de novembro de 2018
Crônicas da Autobiografia - O Hippie do Caderninho - Por Luiz Domingues
Então foi isso, do jeito que apareceu em nossas vidas, esse profeta do caderninho, sumiu. Já em meados de 1978, esse freak desapareceu dos shows e nunca mais soubemos de seu paradeiro.
Espero que esteja vivo, bem de saúde e hoje em dia, se manteve o mesmo espírito que teve na década de setenta, ele deve estar enlouquecido com a possibilidade infinita da informação e pesquisa que a Internet proporciona e certamente a contribuir para postar mais informações preciosas para enriquecer o acervo e exercer, em essência, uma das marcas registradas por todos que encantaram-se pelos ideais, que foi o desejo de se compartilhar tudo fraternalmente e sem mesquinharias. Hippie mode on!








































